quinta-feira, 22 de abril de 2010

As maiores atrocidades da História Mundial (Parte2)





Dando continuidade ao artigo, vamos falar das atrocidades realizadas nos primeiros séculos. Está escrito na Bíblia:"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus daqueles que são chamadas segundos os seus propósitos." (Romanos 8:28). Segundo os ateus, as atrocidades acontecem porque não existe um Deus misericordioso, mas pensamentos concebidos do ser humano para se auto-deificar.E em nome dessa personalidade, cometem várias atrocidades.

Entretanto, está implícito que, para os ateus, não existe justiça pois ninguém é justo; ou todo errado pode tornar-se certo e toda injustiça pode ser justiça. Com esses argumentos, só destruindo tudo e reconstruindo do nada, segundo o pensamento ateu. O resultado dessa descrença é frustração, busca de uma verdade que nunca vai ser encontrada segundo o ateísmo. Outra coisa: para se crer que algo não existe, tem que se acreditar que existe, entendeu?

Voltando ao assunto atrocidades, tudo acontece pela permissão de Deus; Ele é tão misericordioso que não influencia na decisão humana, a não ser que o homem O procure. A seguir, algum crimes cometidos contra os cristãos nos primeiros séculos:

-Nero (54-68 d.c.) Subiu ao poder, matou sua própria mãe Agripina, matou seu mestre Sêneca e vários amigos. Casou com um homem e cometia relações sexuais com este na presença de sua corte. Incendiou roma na noite de 19 de julho de 64 e colocou a culpa nos critãos. Foi nessa época que os apóstolos Paulo e Pedro foram assassinados. Este foi colocado de cabeça para baixo numa cruz e aquele decapitado. Cerca de 200 cristãos,foram vestidos com túnicas impregnadas de pez negro e queimavam como tochas vivas.

-Domiciano (81-96 d.C.), homem orgulhoso, fútil, avarento e cruel. Desencadeou a segunda perseguição contra os cristãos. O prazer de Domiciano era matar pessoas e dá-las aos cães para comer. Outra diversão desse monstro era mandar queimar os órgãos sexuais de amigos.

Quanto mais os cristãos eram perseguidos pelos imperadores romanos (que se auto denominavam deuses e queriam ser adorados), os cristãos sabiam que só existia um Deus:Jesus Cristo que morreu por todos os pecadores; maior era o crescimento do cristianismo e a alegria do martírio por amor Àquele que deu a vida por todos os pecadores.
Policarpo, Bispo da igreja de Esmirna, que foi queimado vivo por não adorar ao imperador romano, disse: Sê fiel até a Morte...”.
Ao morrer Policarpo cumpriu a vontade de Cristo, foi fiel até a morte e alcançou a promessa da coroa da vida.

A Terceira Perseguição sob o Governo de Trajano (98-117 d.C)

Trajano, apesar de manter a mesma política de seus antecessores, foi, contudo, mais brando para com os cristãos. Mesmo o cristianismo continuando como religião ilícita, estes não seriam mais procurados ou perseguidos a não ser que houvesse denúncias contra eles, também não deveria levar em conta as denúncias anônimas. Famosa é a correspondência entre Plínio, governador da Bitínia e o imperador Trajano sobre essa questão. Nesta época, Simão irmão de Jesus e Inácio morreram, este último foi jogado vivo às feras.

A Quarta Perseguição sob o Governo de Adriano (117-138)

Continuam as perseguições, mas com a mesma brandura do governo de Trajano. Apesar disso, houve muitos mártires nesta época. Também houve uma perseguição aos judeus por causa da insurreição do líder Bar Koqueba. Aristídes, filósofo cristão, dirige ao imperador sua apologia da religião cristã.

A Quinta Perseguição sob o governo de Antonino, o Pio (138-161)

Neste governo os cristãos tiveram finalmente sossego, apesar de haver casos esporádicos de perseguições. Contudo os cristãos tinham liberdade de anunciar o evangelho. O cristianismo foi levado a várias partes do império. Policarpo, um dos pais da Igreja foi martirizado por este tempo.

A Sexta Perseguição sob o governo de Marco Aurélio. (161-180)

Após gozarem desta aparente paz, novamente as perseguições se fez sentir sob o governo do imperador filósofo, Marco Aurélio. Sob o pretexto de manter a paz do estado estimulou a perseguição à religião cristã. Muitas destas perseguições ficaram famosas como a dos "mártires de Lião e Viena". Muitos filósofos começam a escrever ao imperador defendendo a fé cristã, entre eles justino, Aristídes, Atenágoras, Melitão de Sardes e outros. Neste tempo, morreu Justino, o mártir. No final de seu governo (178) o filósofo platônico, Celso, elabora um tratado erudito contra o cristianismo - "Verdadeiro Logos".

A Sétima Perseguição sob o Governo de Setímio Severo (193-211)

Durante algum tempo favoreceu os cristãos, mas perto do ano 202 sua benevolência chegou ao fim. Os cristãos do norte da África foram os que mais sofreram com a crueldade das perseguições sob seu governo. De nada adiantaram as defesas jurídicas do advogado e apologista cristão Tertuliano. O número de mártires era grande, um exemplo disso foi o martírio de duas cristãs, Perpétua e Felicidade, que foram estraçalhadas pelas feras. Não obstante, o número de conversões era ainda muito maior a ponto de Tertuliano exclamar que o sangue dos cristãos é semente da igreja.

A Oitava Perseguição sob o Governo de Maximino (235-238)

O governo deste tirano durou apenas 3 anos, mas três anos de intensa perseguição. Para rivalizar com seu antecessor no trono imperial, Alexandre, que fora pacífico com a religião cristã, Maximínio levou ao extremo as perseguições. A terra novamente começou a ser regada pelo sangue dos mártires.

A Nona Perseguição sob o Governo de Décio (249-251)

Nesta época o império romano passava por grandes dificuldades e uma delas era a invasão dos bárbaros. Décio consegue reavivar o culto ao imperador e a adoração dos deuses. Omitiu decretos para cada cristão no império sacrificar em público. Como eles não se curvavam diante de seus editos, nova onda de execuções varreu o império. Seu governo propôs liquidar a religião cristã. Nesta época Orígenes morre em decorrência das torturas sofridas.

A Décima Perseguição sob o Governo de Valeriano (253-260)

Este imperador ultrapassou em crueldade seu antecessor. Proibiu os cristãos de cultuar e visitar as catacumbas. A recusa do sacrifício é castigada com mortes, confisco de bens, banimentos e trabalhos forçados. Entre os executados sob seu regime estava o bispo Cipriano.

A Última Perseguição Imperial sob o Governo de Diocleciano (284-305)

Esta foi a última e a mais longa das perseguições que durou 10 anos. Diocleciano auxiliado por seus amigos, mandou destruir todas as igrejas e os escritos sagrados, além disso mandou prender os principais líderes das igrejas e forçou os cristãos a sacrificarem aos deuses. Suas perseguições alcançaram todo o império, os cristãos eram caçados e exterminados exceto na região da Gália onde residia o imperador Constantino.

Perceba que,o texto bíblico foi Romanos 8:28, onde está escrito que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Quanto mais cristãos eram torturados e mortos mais pessoas se agragavam e entregavam suas vidas ao Senhor Jesus e tornavam -se ótimos cristãos. Até que o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e este se tornou a religão do Império Romano. Na próxima semana, apresentarei a história da Igreja Católica Apostólica Romana e as atrocidades realizadas em "nome da religião".
Que Deus abençoe a todos em nome de Jesus!
Pr. Weliton Santos.


Versión en Español

Continuando con el artículo, vamos a hablar de las atrocidades llevadas a cabo en los primeros siglos. Está escrito en la Biblia: "Sabemos que todas las cosas ayudan a bien a los que aman a Dios de aquellos que son llamados conforme a su propósito." (Romanos 8:28).

De acuerdo con los ateos, las atrocidades ocurren porque no hay un Dios misericordioso, pero los pensamientos humanos destinados a la libre deificar.E en nombre de esa persona, cometer atrocidades varias.

Sin embargo, está implícito que para los ateos no hay justicia, porque nadie está bien o mal, todos pueden convertirse bien y el mal todos puedan mantenerse la justicia. Con estos argumentos, sólo destruir todo y reconstruir desde cero, de acuerdo con el ateo pensamiento. El resultado que la incredulidad es la frustración, la búsqueda de una verdad que nunca serán encontrados de acuerdo con el ateísmo. Otra cosa es creer que algo no existe, tienes que creer que existe, ¿sabes?

Volviendo a las atrocidades, todo lo que sucede con el permiso de Dios, Él es tan misericordioso que no tiene en cuenta la decisión humana, a menos que el hombre procure.A Los siguientes son algunos atrocidades cometidas contra los cristianos en los primeros siglos:
-Nerón (54-68 dC), ascendió al poder, mató a su propia madre Agripina, Séneca mató a su maestro y varios amigos. Se casó con un hombre y las relaciones sexuales cometidos con que, en presencia de su corte. Roma ardía en la noche del 19 de julio a 64 y echar la culpa a la Coalición Cristiana. Fue entonces cuando los apóstoles Pablo y Pedro fueron asesinados.Cerca de 200 cristianos, vestidos con túnicas empapadas en tono negro, que se quema como antorchas vivas.

-Domiciano (81-96 dC), hombre orgulloso, vanidoso, codicioso y cruel. Se activa la segunda persecución contra los cristianos. El placer de Domiciano era matar a la gente y darle a los perros para comer. Otro monstruo que iba a ser divertido quemar los genitales de los amigos.

Policarpo, obispo de la Iglesia de Esmirna, que fue quemado vivo por no adorar al emperador romano, dijo: Sé fiel hasta la muerte ...".
Policarpo a morir para cumplir la voluntad de Cristo fue fiel hasta la muerte y obtuvo la promesa de la corona de la vida.

La tercera persecución bajo el gobierno de Trajano (98-117 dC)

Trajano, manteniendo la misma política de sus predecesores, sin embargo, fue más indulgente hacia los cristianos. Incluso el cristianismo como una religión sigue siendo ilegal, que ya no quería o perseguidos a menos que hubiera quejas contra ellos, no debería tomar en cuenta las denuncias anónimas. Es la famosa correspondencia entre Plinio, gobernador de Bitinia y el emperador Trajano en este tema. En este momento, Jesús Simón, hermano murió e Ignacio, este último fue arrojado a los lobos viven.

La cuarta persecución bajo el gobierno de Adriano (117-138)

Continuar la persecución, pero con la dulzura misma del gobierno de Trajano. Sin embargo, hubo muchos mártires en este tiempo. También hubo una persecución de los Judios, porque de Bar Koqueba el líder de la insurgencia. Arístides, filósofo cristiano, se dirigió a su apología al emperador de la religión cristiana.

La Quinta persecución bajo el gobierno de Antonino Pío (138-161)

En este gobierno los cristianos fueron finalmente tranquilo, aunque hay casos esporádicos de la persecución. Sin embargo, los cristianos tenían la libertad de predicar el evangelio. El cristianismo fue llevado a diversas partes del imperio. Policarpo, uno de los padres de la Iglesia fue martirizado por el momento.

La Sexta persecución bajo el gobierno de Marco Aurelio. (161-180)

Después de disfrutar de esta paz aparente, de nuevo la persecución se sintió bajo el gobierno de filósofo-emperador Marco Aurelio. Bajo el pretexto de mantener la paz en el Estado alentó la persecución de la religión cristiana. Muchas de estas actividades se hizo famoso como "mártires de Lyon y Viena." Muchos filósofos se puso a escribir al emperador la defensa de la fe cristiana, incluyendo Justino Mártir, Arístides, Atenágoras, Melitón de Sardes y otros. En este momento, murió Justino Mártir. Al final de su gobierno (178) el filósofo platónico, Celso, preparar un tratado erudito contra el cristianismo - "True Logos".

La persecución del séptimo en el gobierno de Septimio Severo (193-211)

Desde hace algún tiempo a favor de los cristianos, pero cerca de 202 años más de su benevolencia. Los cristianos del norte de África fueron los que más sufrieron la crueldad de las persecuciones bajo su gobierno. No llegaron a nada las defensas legales del abogado y apologista cristiano Tertuliano. El número de mártires fue grande, un ejemplo fue el martirio de dos cristianos, Perpetua y Felicidad, que fueron destrozados por las fieras. Sin embargo, el número de conversiones fue mucho mayor en cuanto a Tertuliano exclamó que la sangre de los cristianos es la semilla de la iglesia.

La persecución sesiones en relación con el Gobierno de Maximino (235-238)

El gobierno de este tirano solo duró 3 años, pero tres años de intensa persecución. Para rivalizar con su predecesor en el trono imperial, Alejandro, que había estado en disputa con la religión cristiana, Maximinio llevó a la persecución extrema. La tierra volvió a ser regadas por la sangre de los mártires.

La Novena Persecución en el Gobierno de Decio (249-251)

En ese momento el imperio romano fue una situación muy difícil y uno de ellos fue la invasión de los bárbaros. Decio puede revivir a la adoración del emperador y la adoración de los dioses. Se omite decretos para todos los cristianos en el sacrificio imperio en público. A medida que se inclinó ante sus edictos, la nueva ola de ejecuciones barrido el imperio. Su Gobierno ha propuesto para resolver la religión cristiana. En este momento Orígenes muere como consecuencia de las torturas sufridas.

La persecución Décimo bajo el Gobierno de Valeriano (253-260)

Este emperador ha superado a su predecesor en la crueldad. Cristianos prohibieron el culto y la visita de las catacumbas. La negativa del sacrificio se castiga con la muerte, la confiscación de bienes, el destierro y trabajos forzados. Entre los ejecutados bajo su régimen fue el obispo Cipriano.

La última persecución bajo el gobierno imperial de Diocleciano (284-305)

Esta fue la última y más larga de las persecuciones que duró 10 años. Diocleciano con la ayuda de sus amigos, enviaron a destruir todas las iglesias y los escritos sagrados, además ordenó la detención de importantes dirigentes de las iglesias y obligaron a los cristianos a sacrificar a los dioses. Sus actividades han logrado en todo el imperio, los cristianos fueron detenidos y exterminados excepto en la región de la Galia, donde vivió el emperador Constantino.

Tenga en cuenta que el texto bíblico fue Romanos 8:28, donde está escrito que todas las cosas cooperan para el bien de los que aman a Dios. Los cristianos más fueron torturados y asesinados más gente agregada y dieron sus vidas al Señor y se convirtió en cristianos. Hasta que el emperador Constantino se convirtió al cristianismo y permitió el culto cristiano en el Imperio Romano. En la semana que viene voy a presentar la historia de la Iglesia Católica Romana y las atrocidades llevadas a cabo "en el nombre de la religión."
Que Dios los bendiga en el nombre de Jesús!
Pr Weliton Santos.

3 comentários:

  1. "tudo acontece pela permissão de Deus; Ele é tão misericordioso que não influencia na decisão humana, a não ser que o homem O procure" Como um homem ou mulher ou criança daquele tempo poderia procurar Deus para salvá-lo das espadas dos soldados romanos e do poder do imperador. Toda essa conversa sobre Deus protetor é pura balela. Se Deus realmente fosse misericordioso, protegeria os fracos, os pobres camponeses, mas não, estes sofrem vendo seus filhos esposas e maridos morrerem sob o poder do imperador romano. Ser cristão no império romano ou ser judeu ou mesmo após, no caso dos judeus na idade média, era uma sentença de morte. um homem inteligente não defenderia a fé cristã, pois isso poderia leva-lo à morte. No entanto estar também ao lado do império era um perigo, pois enquanto você agradasse o imperador e sua família você estaria bem, mas o dia em que se tornasse uma ameaça, sua morte era iminente. Fato é que pobres não tinham escolha, havia um poder imenso e mau, o grande império e não havia Deus, Jesus ou qualquer outro que poderia aplaca-lo.

    Os homens evoluíram, hoje, temos muitas mazelas no nosso meio, roubo de dinheiro público, injustiças, morte por causa da droga, fome e desemprego. Mas aquele que quer estudar e ter um emprego digno, consegue. Hoje não se mata por impostos ou desavenças, embora isso ocorra de forma velada. O mundo foi pensado, construído pelos homens, um dia criaram as leis, sem as quais nos destruiríamos uns aos outros. As leis de Deus, os Dez mandamentos, não foram suficientes para aplacar o mal nos homens. Os homens precisam de algo para temer, naqueles tempos por sua vida, hoje pela liberdade e em alguns casos também a vida.

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  2. Agripa, a mãe do Imperador Nero, o colocou no poder em lugar de Britânico, que era filho legítimo do Imperador Cláudio. Cláudio, antes de morrer, fez um testamento onde ele legava o Império a Britânico e não a Nero que era filho apenas de Agripa. Ele fez isso porque estava chateado com esta. Agripa escondeu esse testamento e Nero subiu ao trono por ser o filho mais velho de Cláudio e, por isso, teria direito ao trono, a não ser que houvesse um testamento, o que era verdade.

    Em determinado momento, Agripa chateada com Nero, seu filho e imperador, tirou esse testamento de onde guardava. Esse testamento daria o trono a Britânico e Nero ficou sabendo disso e então, providenciou a morte do seu meio irmão Britânico. Um tempo mais à frente, descobriu também que sua mãe Agripa e seu conselheiro Sêneca estavam envolvidos em uma conspiração para depô-lo, juntamente com alguns senadores de oposição. Assim mandou mata-la também.

    Assim, os deuses romanos ou mesmo o nosso Deus não tinham importância para os crentes, no entanto, no momento crucial o que que falava mais alto era o dinheiro e o poder, a vaidade.

    Nero agiu certo em matar seu irmão e sua mãe e também seu tutor, não. O trono seria, por direito, de Britânico, por força do testamento, isso seria justo. No entanto, os homens e mulheres manobram, mentem e matam para proteger sua posição.

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  3. As escrituras, a igreja muito tem a nos ensinar de bom. Através dessas instituições aprendemos a amar a nós mesmos e ao nosso irmão também. Infelizmente o homem é egoísta, mesquinho e vaidoso e muitos agem para defender seus interesses, desprezando os demais. Veja o nosso país como está, as pessoas perdendo seus empregos, as empresas sendo obrigadas a demitir, diminuir suas operações porque não estão vendendo. O que fazem alguns dos nossos políticos e algumas empresas ligadas a eles? Roubam o dinheiro público que é destinado à merenda das crianças nas escolas, aos hospitais para comprar remédios e contratar profissionais de saúde para tratar os doentes. Esse é o mundo em que vivemos, estamos melhor que no passado? Com certeza sim, pois temos água encanada, luz e diversos tipos de conforto que na antiguidade não havia e mesmo na idade média.

    Mas podemos construir um mundo ainda melhor? Com certeza. Precisamos entender um pouco de política, gostar um pouco e escolher melhor quem nos representa. Este ano haverá eleições para prefeito e vereador, pensem um pouco nisso, parem de dizer que não gosta de política, pois as decisões no governo afeta a todos nós. Aumentam impostos, interferem na segurança, na saúde, na educação. O país está ruim e todos reclamam dos políticos, mas temos nossa parcela de culpa nesse estado de coisas. Os elegemos ou votamos em branco ou não votamos e achamos que estamos assim contribuindo para um mundo melhor. Ledo engano. Você está é tentando se eximir da sua responsabilidade perante a sociedade, a sua família; pense nisso.

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