domingo, 25 de abril de 2010

As maiores atrocidades da História Mundial (Parte 3)







Que Deus abençoe a todos que acompanham este blog. Pessoas de todo o Brasil e alguns países da América Latina como Republica Dominicana, México, Uruguai, Argentina; da Europa,do Japão e da Índia, a todos que acompanham este artigo, muito obrigado.
Vou abordar nesta parte do artigo, algumas atrocidades feitas em nome da religião (muitas pessoas dizem que foi em nome de Deus), mas leia comigo esta passagem:
- "Aquele que não ama não conhece a Deus pois Deus é amor". (I João 4:7).
Homens, em nome da religião cometeram grandes atrocidades e falaram estar fazendo a obra de "deus", mas fica a pergunta: Que "deus"? Eu acredito que não é o Deus da Bíblia, pois está bem claro que Ele é amor, óbvio que Ele também é Justiça.Entretanto declarar que matar em nome de "deus" é fazer sua vontade, isso é um grande equívoco.

Origem do Catolicismo Romano

Nos primeiros séculos da nossa era, havia uma única comunidade cristã. Ora, Jesus havia dito: "Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, estarei no meio deles..." "Eis que estarei convosco, todos os dias ate a consumação dos séculos". Mt 18,20 ; 28,20. O cristianismo teve continuidade com bispos, pastores, presbíteros e evangelistas como Lino, viveu no ano 65; Cleto em 69; Clemente em 95; Justino em 100; Policarpo, ano 155; Ignácio, ano 110; Irineu, por volta do ano 180; Papias, ano 140; Cipriano, bispo de Cartago, ano 247; João Crisostomo, famoso cristão, ano 350 e outros. Entre eles não havia maior ou menor, embora Tertuliano, advogado cristão, tenha acusado o bispo Calixto de "querer ser o bispo dos bispos" (ano 208).

O Catolicismo romano começou a tomar forma no ano 325 quando o imperador romano Constantino, "convertido" ao cristianismo, convocou o primeiro concilio das igrejas que foi dirigido por Hosia Cordova com 318 bispos presentes; esses bispos eram cristãos; ainda não havia Catolicismo romano. Constantino construiu a IGREJA DO SALVADOR num bairro nobre de Roma, chamado Vaticanus. Os bispos (papas) de então construíram vários palácios ao redor da "igreja" formando o Vaticano que hoje existe.

A Igreja recebeu o nome de "Católica" somente no ano 381 no concilio de Constantinopla com o decreto "CUNCTUS POPULOS" dirigido pelo imperador romano Teodosio. Devido as alterações que fez deixou de ser apostólica e não sabemos como pode ser Romana e Universal ao mesmo tempo. (Hist. Ecles.; Rivaux; Tom. 1; pg. 47).

Ate o século V não houve "papa" como conhecemos hoje. Esse tratamento terno começou a ser aplicado a TODOS os bispos a partir do ano 304. (Ciência e Religião; Cônego Salin; Tom. 2; pg. 56). Naqueles tempos ninguém supunha que "S. Pedro foi papa"; fora casado e teve ambições temporais. Depois dos apóstolos, os lideres do Cristianismo foram os bispos, os pastores e os evangelistas. A idéia de que uma relação de "papas" surgiu a partir de S. Pedro é falsa; foi forjada para hiper-valorizar os de então.

Depois do ano 400 as Igrejas viram-se dominadas por cinco "patriarcas" que foram os bispos de Antioquia, de Alexandria, de Jerusalém, de Constantinopla e de Roma, "útero" que gerou o papado. As Igrejas que eram livres começaram a perder autonomia com o papa Inocêncio I, ano 401, que dizendo-se "governante das igrejas de Deus exigia que todas as controvérsias fossem levadas a ele! "

O papa Leão I, ano 440, e mencionado pelos historiadores como o primeiro Papa. Procurou impor respeito prescrevendo que "RESISTIR SUA AUTORIDADE SERIA IR DIRETO PARA O INFERNO". Nessa situação confusa, houve porfia entre o bispo de Constantinopla com e de Roma sobre a liderança do Cristianismo, quando interveio o Concilio de Calcedônia, ano 451, que concedeu "direitos iguais a ambos". O papado como o conhecemos, hoje, desenvolveu-se gradativamente sustentado, a principio, pelo Império Romano; e intruso no Cristianismo e não se enquadra na bíblia, mas e identificado nas Sagradas Escrituras como "Ponte Pequena" (Daniel 7,8).

O Estado territorial do Vaticano teve origem com o papa Estevão II, anos 741-752 que instigou Pepino, o Breve e seu Exercito a conquistar territórios da Itália e doa-los a Igreja. Carlos Magno, pai de Pepino confirmou a doação no ano 774 elevando o Catolicismo a posição de poder mundial, surgindo o "SANTO império ROMANO sob a autoridade do Papa-Rei; esse império durou 1100 anos. Carlos Magno já velho e arrependido por doar territórios aos papas, agonizando sofria horríveis pesadelos e lastimava-se assim: "Como me justificar diante de Deus pelas guerras que irão devastar a itália, pois os papas são ambiciosos, eis porque se me apresentam imagens horríveis e monstruosas que me apavoram; devo merecer de Deus um severo castigo". (Pillati, Ed. Thompessom, Tom. III, pg. 64. Londres 1876).

O Papa Inocêncio III organizou a força policial da igreja (ICAR) que chamou de Inquisição. Qualquer divergência contra a igreja (ICAR) era tratada com punição de morte, tortura e no porvir, o inferno. Foram muitos abusos e perseguições. Seres humanos sem direitos, sem liberdades, explorados e quanto a sua liberdade de consciência. A igreja (ICAR) se afastava da sã doutrina das Escrituras Sagradas e colocava em seu lugar um falso poder.
Foram várias perseguições àqueles que se submetiam às verdades do Evangelho de Cristo e contrariava ao papa e suas falsas leis. Alguns exemplos de perseguições da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR):
1-Berenganos, discípulos do servo de Deus, Berengário, que por volta do ano 1.000 predicou as verdades do Evangelho de Cristo. Foi sucedido por Pedro Bruis, que pregou em Toulose sob a proteção do Conde Ildefonso;
2-Os henericianos, por causa de Henrique de Toulose, servo de Deus que pregou em 1147 e não admitia nenhuma outra religião senão aquela escrita na Bíblia;
3-Os valdenses, discípulos de Waldo, natural de Lyon, que foi excomungado pelo Papa Alexandre III: “As atividades de Waldo e dos reformados suscitaram a primeira aparição dos inquisidores, porque o Papa Inocêncio III autorizou a certos monges como inquisidores, para que fizessem inquisição e entregassem os reformados ao braço secular. O processo era breve, por quanto uma acusação era considerada como prova de culpa, e nunca se concedeu um juízo aos acusados.” (FOX, 2008, pag. 56).

Os inquisidores eram pessoas cruéis e não consideravam idade, sexo ou categoria. Ser rico constituía uma heresia e quem declarasse seguidor de Waldo teria seus bens confiscados e eram queimados na fogueira. Estas perseguições persistiram durante vários séculos sob diferentes papas e outros grandes dignitários da Igreja Católica Romana (ICAR).

A perseguição religiosa tem uma fortificação lógica, resultante da união da Igreja Católica ao Estado nas nações em que o catolicismo é a maioria. O Catolicismo Romano sempre pensou, ensinou e praticou que aqueles que discordam deles devem ser silenciados!

Na página 766, volume XIV, da Enciclopédia Católica, lemos: "A Igreja verdadeira (querem dizer a Igreja Católica) não pode tolerar nenhuma igreja estranha a ela". O décimo quarto artigo do decreto do Papa Pio IV, que é uma forma abreviada dos decretos do Conselho de Trento, é citado na página 768 do volume XIV da Enciclopédia da Católica, afirma que "os heréticos não devem ser só excomungados como também justamente executados". A espada, a tocha e a roda têm sido os instrumentos da Igreja Católica há séculos na evangelização e disciplina.

A perseguição Católica daqueles que discordam deles vem desde o começo do papado, em aproximadamente 600 d. C.. Pedro de Bruys foi queimado vivo pela Igreja Católica, na França, em 1126, por acreditar que a igreja deveria ser composta apenas de pessoas regeneradas, por ensinar que as pessoas não deveriam ser batizadas até que viessem a usar a razão e por negar que a Ceia do Senhor é um sacramento.

Em 1177, o Papa Alexandre III determinou o extermínio de um povo chamado Valdenses. No começo do século XIII o Papa Inocêncio III ordenou uma larga cruzada contra os Albigenses porque rejeitaram o batismo infantil e a regeneração batismal. Os Albigenses eram Valdenses que tinham tomado seu nome de Albi, uma cidade do sul da França que foi o centro de suas influências. Durante a cruzada do Papa Inocêncio III contra os Albigenses, um exército de vinte e quatro mil soldados atacou Beziers, França, e mataram sessenta mil homens, mulheres e crianças. Segundo o livro de Thomas Armitage, História dos Batistas, muitos Albigenses morreram congelados, jogados de penhascos ou colocados em cavernas e feitas fogueiras nas suas entradas, sufocando suas vítimas com a fumaça. Alguns foram enforcados, afogados, serrados, desentranhados, tiveram seus membros esticados na roda, perfurados e crucificados de cabeça para baixo. O livro de Mártires de Foxe conta sobre uma instância em que quatrocentas mães que haviam se escondido na Caverna de Castelluzzo foram asfixiadas pela fumaça com seus filhos nos braços. O Catolicismo executou pelo menos um milhão de Albigenses na Europa, no século XIII, segundo Davi Benedito, na página 29 de seu História Geral da Denominação Batista.

Outro exemplo histórico de perseguição religiosa empreendida pelos Católicos é a Inquisição. A Inquisição foi o programa e encargo oficial da Igreja Católica responsável por encontrar, arrancar e punir todos os heréticos e outros culpados de descordar da doutrina Católica. O Papa Gregório IX estabeleceu a Inquisição em 1233. a Igreja Católica usou as autoridades civis para penalizar, aprisionar, torturar e confiscar propriedades e executar heréticos. As pessoas que descordassem da Igreja Católica eram tratadas pela Inquisição mais severamente do que se fossem assassinos. A Inquisição torturava e executava as pessoas acusadas de cometer crimes hediondos tais como recusar-se a oferecer orações pelos mortos, recusar-se a assistir missas, ensinar que apenas os crentes deveriam ser batizados e recusar-se a acreditar no purgatório depois da morte.

João Huss foi queimado vivo em 6 de julho de 1415 por ousar criticar a imoralidade e corrupção do papa, dos cardeais e dos sacerdotes, entre outros, da Igreja Católica. A Igreja Católica queimou William Tyndale vivo em 1536 pelo crime de traduzir a Bíblia para o Inglês.

Em 22 de agosto de 1572 ocorreu o que veio a ser chamado o Dia do Massacre de São Bartolomeu. Nesse dia os Católicos massacram trinta e cinco mil não-Católicos chamados Uguenotes, na França. Era tão grande o ódio que os Católicos nutriam pelos Uguenotes que, quando notícias do massacre chegaram à cidade de Roma, tocaram os sinos das igrejas e dançaram nas ruas.

Ao falar da Inquisição, podemos dizer que o holocausto de Hitler, ao matar seis milhões de Judeus, foi quase insignificante perto desse. Segundo Thomas Armitage, em sua História Sobre os Batistas, quinze milhões de pessoas foram cruelmente martirizadas pela Igreja Católica Romana durante a Idade Média. Armitage vai em frente e estima, na página 295, de seu livro, que desde este tempo o Catolicismo já derramou sangue o bastante para encher um rio de três metros de largura, três metros de profundidade e quarenta quilômetros de comprimento.

O Santo Ofício da Inquisição, como foi chamado, existe até hoje, mas seu nome foi mudado para Congregação para a Doutrina da Fé. É encabeçado atualmente pelo Cardeal José Ratzinger.

As cruzadas foram guerras santas inspiradas e conduzidas pela Igreja Católica. Os Seljuks islâmicos turcos tomaram a cidade de Jerusalém no ano 1071. As cruzadas foram expedições militares organizadas e promovidas pela Igreja Católica com o propósito expresso de tomar a Terra Santa e o sepulcro de Cristo das mãos dos turcos maometanos. As cruzadas duraram de 1096 a 1296 e envolveram tropas montadas na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Espanha.

Cruzada vem da palavra cruz. Tratava-se de soldados da cruz de Cristo e cada um usava uma cruz vermelha de pano costurada na sua manga e sobre seu peito. Literalmente a palavra cruzada significa usar uma cruz. A Igreja Católica deu a essa campanha militar o nome de cruzadas a fim de satisfazer suas ambições e conquistas na Idade Média. Muitos historiadores acreditam que ouve nove cruzadas incluindo a mais defamada Cruzada de Crianças, em 1212.

O Papa Urbano II foi quem iniciou a primeira cruzada para a Terra Santa. Para promover essa cruzada, Urbano convenceu a nação de que era um insulto ao Cristianismo a Terra Santa e especialmente o santo sepulcro estarem nas mãos dos infiéis turcos. Urbano convocou todos os Cristãos a ir para a Terra Santa e resgatar a tumba de Cristo dos infiéis. Prometeu que todos os que morressem nessa cruzada iriam diretamente para o céu. Aproximadamente um milhão de Católicos responderam ao chamado de Urbano e tomaram parte na primeira cruzada.

Quando os exércitos Católicos da primeira cruzada conquistaram Jerusalém, executaram ambas as populações judaica e islâmica da cidade. O historiador H. G. Wells descreve a captura de Jerusalém na primeira cruzada assim: "A matança foi terrível; o sangue dos conquistados escorria ruas abaixo, até os homens manchavam-se de sangue conforme passavam. Quando a noite caia, soluçando pelo excesso de satisfação, os soldados marchavam da matança até o Sepulcro e juntavam suas mãos sujas de sangue para orar". Durante todo o tempo das cruzadas a Igreja Católica ordenou que judeus e sarracenos (como chamavam os inimigos islâmicos) usassem uma roupa distintiva para assegurar que todos soubessem quem eles eram.

Os Albigenses e os Valdenses mantiveram-se contra a primeira cruzada e escreveram contra ela. O resultado de sua posição foi o Papa Inocêncio III ordenar uma cruzada que se mantivesse contra eles.

Roma é impiedosa na perseguição àqueles que têm procurado manter a verdadeira fé de Jesus Cristo e, em toda essa perseguição, a mortandade se faz em nome de Cristo! O Livro de Mártires de Foxe conta como os Batistas e tantos outros que discordavam de Roma levaram tiros, punhaladas, apedrejamentos, facadas, foram enterrados vivos, assados em espetos ou fornos, jogados em fornalhas e milhares de outras atrocidades.

Apesar de todas as atrocidades cometidas em nome de "deus", muitos padres e monges católicos se levantaram conra as atitudes da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR). São Eles: San Patrick (389 d.c.), São Columbra (491 d.c.),São Jerônimo, John Wycliffe, John Huss, Jerônimo Savonarola, entre outros monges que deram sua vida por protestar contra o catolicismo apóstata e pregar o genuíno Evangelho de Cristo.
Na próxima semana, colocarei todo o cronograma sobre o catolicismo e os assassinos da época.
Shalom e Deus abençoe a todos!
Pr. Weliton Santos.

Español

Que Dios bendiga a todos los que siguen este blog. Gente de todo Brasil y algunos países de América Latina: la República Dominicana, México, Uruguay y Argentina; Europa, Japón y la India, todos los que acompañan este artículo, gracias.
Me referiré a esta parte del artículo, algunas atrocidades hechas en nombre de la religión (muchas personas dicen que fue en nombre de Dios), pero me leyó este pasaje:
"El que no ama, no conoce a Dios porque Dios es amor." (I Juan 4:7).
Los hombres en el nombre de la religión han cometido grandes atrocidades y habló estar haciendo el trabajo de "dios", pero la pregunta sigue siendo: ¿Qué "dios"? Creo que no es el Dios de la Biblia, está claro que Él es amor, Él es también obvio que Justiça.Entretanto declarar que matar en el nombre de "dios" es para hacer tu voluntad, es un gran error.

Origen del catolicismo romano

En los primeros siglos de nuestra era, sólo había una comunidad cristiana. Ahora Jesús había dicho: "Donde dos o tres reunidos en mi nombre, será uno de ellos ..." "Yo estoy con vosotros todos los días hasta el fin del mundo". Mt 18:20; 28,20

El cristianismo fue continuada por los obispos, pastores, sacerdotes y evangelistas como Lino, vivió en 65 años; Cleto 69; Clemente en 1995, Justin en el 100, Policarpo, el año 155, Ignacio, el año 110, Ireneo, alrededor del año 180; Papías, el año 140, Cipriano, obispo de Cartago, año 247, Juan Crisóstomo, un famoso cristiana, 350 años y más. Entre ellos no había más o menos, aunque Tertuliano, un abogado cristiano, ha acusado al obispo de Calixto "quiero ser el obispo de obispos" (208 años).

El catolicismo romano comenzó a tomar forma en el año 325 cuando el emperador romano Constantino "convertido" al cristianismo, convocó el primer concilio de iglesias que fue dirigida por Hosia Córdoba con 318 obispos presentes, estos obispos eran cristianos, sin embargo, fue el catolicismo romano. Constantino construyó la Iglesia del Salvador en un barrio principal de Roma llamada Vaticano. Los obispos (papas) y luego construyeron varios palacios alrededor de la iglesia "" para formar el Vaticano que existe hoy en día.

La Iglesia ha recibido el nombre de "católica" sólo en el año 381 en el Concilio de Constantinopla con el decreto "La gente CUNCTUS", dirigida por el emperador romano Teodosio. Debido a los cambios realizados ya apostólica y no sé cómo puede romana y universal al mismo tiempo. (Hist. Ecles.; Rivaux, Tom 1, pág. 47).

Hasta el siglo V no había "papa" como lo conocemos hoy en día. Juegos de este tratamiento comenzó a aplicarse a todos los obispos del año 304. (Ciencia y Religión; Salin Canon, Tom 2, pg. 56). En aquel entonces nadie pensaba que "Pedro fue Papa" se había casado y tenía ambiciones temporales. Después de los apóstoles, los líderes del cristianismo fueron los obispos, pastores y evangelistas. La idea de que una relación de "papas" vino de S. Peter y lo falso, se forjó para mejorar la hiper entonces.

Después de 400 años las iglesias se vieron dominados por los cinco "padres" que eran los obispos de Antioquía, Alejandría y Jerusalén, Constantinopla y Roma, "matriz" que ha generado el papado. Las iglesias que estaban libres empezaron a perder la autonomía con el Papa Inocencio I, año 401, diciendo que era "el príncipe de las iglesias de Dios requiere que todas las disputas que llegaron a él!"

El Papa León I, 440 años, y mencionado por los historiadores como el primer Papa. Mucha demanda para hacer cumplir con la prescripción de que "resistir a su autoridad se iban derechitos al infierno." En esta confusa situación, hubo conflictos entre el obispo de Constantinopla y Roma, con el liderazgo sobre el cristianismo, intervino cuando el Concilio de Calcedonia, 451, que concedió "la igualdad de derechos para ambos." El papado tal como lo conocemos hoy se desarrolló gradualmente sostenida al principio por el imperio romano y el cristianismo y el atacante no pertenecen a la Biblia, pero en las Sagradas Escrituras y se identificarán como "Little Bridge" (Daniel 7,8).

El Estado territorial del Vaticano se originó con el Papa Esteban II, quien instó a 741-752 años Pipino el Breve y su ejército a la conquista de los territorios de Italia y los dona a la Iglesia. Carlomagno, padre de Pipino confirmó la donación para llevar el catolicismo 774 años la posición de potencia mundial, apareciendo el "Sacro Imperio Romano bajo la autoridad del Papa-Rey, el imperio duró 1100 años. Carlomagno era viejo y lo siento por la donación de los territorios de papas, sufrimiento atroz pesadillas horribles y se lamentó así: "¿Cómo que justificarme ante Dios por las guerras que devastan Italia, porque los papas son ambiciosos, por eso si tengo las imágenes horribles y monstruosas que me aterran, merezco Dios un castigo terrible. "(pilates, Thompessom Ed, Tom III, página 64 .. Londres 1876).
El papa Inocencio III organizó la fuerza de policía de la iglesia (ICAR), que él llamaba la Inquisición. Toda disidencia contra la Iglesia (ICAR) fue tratado con la pena de muerte, la tortura y en lo sucesivo, el infierno. Había muchos abusos y la persecución. Los seres humanos sin derechos, sin libertades, hacer funcionar y cómo su libertad de conciencia. La iglesia (ICAR), difiere de la sana doctrina de las Escrituras y poner en su lugar un falso poder.
Hubo varias persecuciones a las que obedecen a las verdades del Evangelio de Cristo y en contra del Papa y sus falsas leyes. Algunos ejemplos de persecución de la Iglesia Católica Romana (ICAR):
1-Berenganos, los discípulos del siervo de Dios, Berenguer, quien en el año 1000 predicó las verdades del Evangelio de Cristo. Fue sucedido por Pedro Bruis, que predicó en Toulouse, bajo la protección del conde Ildefonso;
Los dos henericianos por Henry de Toulouse, un siervo de Dios que predicó en 1147 y no permitió que ninguna otra religión, pero que por escrito en la Biblia;
3-Los valdenses, seguidores de Waldo, natural de Lyon, quien fue excomulgado por el Papa Alejandro III: "Las actividades de Waldo y pensionistas planteó la primera aparición de los inquisidores, como el Papa Inocencio III autorizó ciertos monjes como inquisidores, para hacer inquisición y entrega a la secular jubilados. Este proceso fue breve, no cómo una denuncia se consideró como prueba de culpabilidad, y le dio un juicio a los acusados. "(FOX, 2008, pp. 56).

Inquisidores eran personas crueles y no considerar la edad, sexo o clase. Ser rico era una herejía y quien declaró seguidor de Waldo tendrían sus bienes confiscados y quemados en la hoguera. Estas persecuciones han persistido durante varios siglos bajo diferentes Papas y otros grandes dignatarios de la Iglesia Católica Romana (ICAR).

La persecución religiosa es una fortificación lógica resultante de la unión de la Iglesia católica con el Estado en los países donde el catolicismo es la mayoría. El catolicismo romano siempre ha pensado, se enseña y practica que los que hay que silenciar la disidencia!

En la página 766, Tomo XIV, la Enciclopedia Católica, leemos: "La verdadera Iglesia (significa que la Iglesia Católica) no puede tolerar ninguna fuera de su iglesia." El artículo catorce del decreto del Papa Pío IV, que es una forma abreviada de los decretos del Concilio de Trento, es citado en la página 768 del volumen XIV de la Enciclopedia Católica dice que "los herejes no sólo deberían ser excomulgados, sino también ejecuta tan ". Una espada, una linterna y la rueda han sido los instrumentos de la Iglesia Católica durante siglos en la evangelización y la disciplina.

La persecución de los católicos que están en desacuerdo con ellos viene desde el comienzo del papado, en unos 600 m. C.. Pedro de Bruys fue quemado vivo por la Iglesia Católica en Francia en 1126, creyendo que la iglesia debe estar compuesto sólo de personas regenerado, mediante la enseñanza de que las personas no deben ser bautizados hasta que fueron a usar la razón y niegan que Cena del Señor es un sacramento.

En 1177, el papa Alejandro III ordenó el exterminio de un pueblo llamado valdenses. A principios del siglo XIII, el papa Inocencio III ordenó una cruzada contra los albigenses grandes, ya que rechazaron el bautismo infantil y la regeneración bautismal. Los albigenses fueron valdenses que había tomado su nombre de Albi, un pueblo en el sur de Francia, que era el centro de sus influencias. Durante la cruzada del Papa Inocencio III contra los albigenses, un ejército de veinticuatro mil soldados atacaron Beziers, Francia, y mataron a sesenta mil hombres, mujeres y niños. Según el libro de Thomas Armitage, Historia de los Bautistas, albigenses muchos se congelaron a la muerte, arrojados desde los acantilados o colocados en cuevas y se hogueras en sus entradas, asfixia a sus víctimas con humo. Algunos fueron ahorcados, ahogados, aserrada, destripado, tenían sus extremidades estiradas en la rueda, taladrado y crucificado boca abajo. El Libro de los Mártires de Foxe habla de una instancia en la que cuatrocientas madres que se habían escondido en la cueva de Castelluzzo murieron asfixiados por el humo con sus hijos en sus brazos. El catolicismo ha ejecutado al menos a un millón en Europa albigenses en el siglo XIII, según David Benedicto en la página 29 de su Historia General de la Denominación Bautista.

Otro ejemplo histórico de la persecución religiosa emprendida por los católicos es la Inquisición. La Inquisición era el oficial de programa y responsable de la Iglesia Católica responsable para encontrar, tirando y castigar a todos los herejes y otros culpables de estar en desacuerdo en la doctrina católica. El Papa Gregorio IX estableció la Inquisición en 1233. la Iglesia Católica utiliza las autoridades civiles para castigar, encarcelar, torturar y embargo de los bienes y ejecución de herejes. Las personas que no estaban de acuerdo la Iglesia Católica fueron tratados por la Inquisición con más severidad que si fueran asesinos. La Inquisición y torturado a personas acusadas de cometer crímenes atroces, como negarse a ofrecer oraciones por los muertos, negándose a asistir a servicios religiosos, enseñan que sólo los creyentes deben ser bautizados y se niegan a creer en el purgatorio después de la muerte.

Juan Hus fue quemado vivo en 06 de julio 1415 por atreverse a criticar la inmoralidad y la corrupción de la papa, los cardenales y sacerdotes, entre otros, la Iglesia Católica. La Iglesia católica William Tyndale quemado vivo en 1536 por el delito de traducir la Biblia al Inglés.

El 22 de agosto 1572 se produjo lo que llegó a ser llamado el Día de la Masacre de San Bartolomé. En ese día de la masacre Católica treinta y cinco mil Uguenotes llamados no católicos en Francia. Tan grande era el odio que alberga el Uguenotes católica que cuando la noticia de la matanza llegó a Roma, campanas de la iglesia sonaron y bailaron en las calles.

Al hablar de la Inquisición, podemos decir que el holocausto de Hitler, el asesinato de seis millones de Judios, era casi insignificante, cerca de eso. De acuerdo con Thomas Armitage, en su Historia de los Bautistas A, quince millones de personas fueron cruelmente torturados por la Iglesia Católica durante la Edad Media. Armitage se lleve a cabo y estima, en la página 295 de su libro, que desde que el catolicismo ha perdido el tiempo suficiente sangre para llenar un río de tres pies de ancho, tres millas pies de profundidad y cuarenta de largo.

La Oficina de la Inquisición, como se le llamaba, todavía existe hoy, pero su nombre fue cambiado a la Congregación para la Doctrina de la Fe es dirigido actualmente por el cardenal Joseph Ratzinger.

Las cruzadas fueron guerras santas inspirado e impulsado por la Iglesia Católica. Los turcos selyúcidas musulmanes conquistaron la ciudad de Jerusalén en 1071. Las Cruzadas fueron expediciones militares organizadas y promovidas por la Iglesia Católica con el propósito expreso de llevar la Tierra Santa y la tumba de Cristo de manos de los musulmanes turcos. Las Cruzadas duraron desde 1096 hasta 1296 y las tropas involucradas se reunieron en Italia, Francia, Inglaterra, Alemania y España.

Cruzada viene de la cruz palabra. Se soldados de la cruz de Cristo y cada uno llevaba una tela roja cosida cruz en la manga y en el pecho. Literalmente la palabra significa usar una cruz-cruz. La Iglesia Católica dio esta campaña militar el nombre de las cruzadas con el fin de satisfacer sus ambiciones y sus logros en la Edad Media. Muchos historiadores creen que oye nueve cruzadas entre ellos los más difamar a la Infancia Cruzada en 1212.

El papa Urbano II fue el que comenzó la primera cruzada a Tierra Santa. Para promover esta cruzada, Urban convencido de la nación que era un insulto al cristianismo en Tierra Santa y en especial la tumba santa están en manos de los turcos infieles. Urbano hizo un llamamiento a todos los cristianos para ir a la Tierra Santa y para rescatar el sepulcro de Cristo de entre los infieles. El prometió que todos los que mueren en esta cruzada iría directamente al cielo. Aproximadamente un millón de católicos respondieron al llamado de la ciudad y tomó parte en la primera cruzada.

Cuando los ejércitos católicos de la Primera Cruzada conquistó Jerusalén, efectúan tanto las poblaciones judías y musulmanas de la ciudad. El historiador H. G. Wells, describe la captura de Jerusalén en la primera cruzada así: "La masacre fue terrible, la sangre corría por las calles de los conquistados por los hombres manchados de sangre a su paso. Cuando cae la noche, sollozando por exceso de placer, los soldados marcharon matando al Sepulcro y reunió a sus manos manchadas de sangre a orar. " A lo largo del tiempo de las cruzadas de la Iglesia Católica ordenó que Judios y sarracenos (como llamaban a los enemigos islámicos) a llevar una ropa distintiva para garantizar que todo el mundo sabía quiénes eran.

Los albigenses y los valdenses se opusieron a la primera cruzada y escribió contra él. El resultado de su posición fue el papa Inocencio III ordenó una cruzada contra ellos seguían.

Roma es implacable en perseguir a los que han tratado de mantener la verdadera fe de Jesucristo, y todo esto la persecución, la matanza se hace en el nombre de Cristo! El Libro de los Mártires de Foxe cuenta cómo muchos Bautistas y otros que no estaban de acuerdo con Roma llevó a disparos, puñaladas, pedradas, puñaladas, fueron enterrados vivos asados, en brochetas o los hornos, hornos y se reproduce en miles de otras atrocidades.

A pesar de todas las atrocidades cometidas en el nombre de "dios", muchos sacerdotes y monjes católicos aumentó Conra las actitudes de la Iglesia Católica Romana (ICAR). Ellos son: San Patricio (389 dC), San Columbra (491 dC), San Jerónimo, John Wycliffe, Juan Hus, Jerónimo Savonarola, entre otros monjes que dio su vida por protestar contra el catolicismo apóstata y predicar el verdadero Evangelio de Cristo.
La próxima semana, puso toda la programación en el catolicismo y los asesinos de la época.

Shalom y que Dios los bendiga
Pr. Weliton Santos

Um comentário:

  1. lado terrivel do vaticano
    http://www.youtube.com/watch?v=Jr5Q5Volv88
    http://www.youtube.com/watch?v=YpcE6Igwr0U
    http://www.youtube.com/watch?v=_tKuNmyjG80
    http://www.youtube.com/watch?v=rVvNG_DkwzY
    http://www.youtube.com/watch?v=YWvl1EKY0jk
    http://www.youtube.com/watch?v=wM1aOjHh4jw

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