quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Defesa da Fé (Mitos Judaicos II)




Paz e graça amigos leitores do blog. Sou grato a Deus por todas as vitórias e livramentos que tenho recebido; sei que não sou perfeito e não sou dono do saber, entretanto, defenderei a pura e genuína fé cristã com meus poucos conhecimentos e lutarei contra movimentos gnósticos, maniqueístas e outras heresias que os pais da igreja no Século I combateram e estão renascendo nos dias atuais.
A primeira delas é sobre a heresia gnóstica do mito da criação. Infelizmente, homens que, outrora buscavam a genuína palavra de Deus, têm se enveredado nessa heresia a fim de: encher seus celeiros, contar uma pseudoverdade –o nome já é uma redundância –e agradar aos membros, deixando assim de buscar na verdadeira fonte, que é a Palavra de Deus.
A Igreja nos dias atuais devem preparar os obreiros com objetivo de manejar bem a Palavra da Verdade; não estou aqui mobilizando líderes para a teologia, mas para um estudo aprofundado da Palavra e tentar buscar seus originais (textos). Bem, sobre a criação, coloco como princípio hermenêutico, que é a ciência da interpretação, o seguinte: A Palavra de Deus, em suas inscrições, fala por si mesma.
Talvez vocês leitores me perguntem: o que significa essa máxima Pr. Weliton? Eu  lhe respondo: no Capítulo I de Gênesis, o narrador-escritor, orientado por Deus, faz uma visão geral da criação. Em minhas conjecturas, creio que o próprio Criador ao narrar para Moisés, respondeu seus questionamentos de como foram criados o homem e a mulher. Esta resposta se encontra no Capítulo II.

Amados, o interessante do capítulo 2 versículo 4 quando diz: esta é a história  das origens dos céus e da terra... Na realidade, repetem-se as palavras de Gn 1.1, para indicar que se conclui assim a seção relativa à criação do universo. Esta é a gênese: Hebr. toledot. Esse termo hebraico aparece dez vezes, introduzindo as distintas partes em que se divide o livro de Gênesis. A palavra toledot contém em si a ideia de nascimento ou geração e nesta versão tem sido traduzida pelos seguintes termos: genealogia (5.1), história (6.9; 37.2), as gerações (10.1; 11.10,27; 25.12,19); os descendentes (36.1), a descendência (36.9).
A Palavra está respondendo aos questionamentos de futuras pessoas e por isso o princípio da hermenêutica bíblica é: A Palavra de Deus fala por si mesma. Sem muitas delongas e prolixidade, quero falar a respeito da criação do homem e da mulher. Existe uma palavra hebraica para homem chamada (ish) para a mulher, segundo o capítulo 2 :23, Adão chamou de (ishah).

São essas palavras no versículo 23 do capítulo 2, (Esta sim, que no hebraico  está escrito: יֹּאמֶר הָאָדָם  (Iozot apaham) na realidade significa ao procurar por todo o jardim, no meio dos animais que os nomeei, não achei uma pessoa parecida comigo. Porém, Deus fez para mim uma (ishah), agora sim estou completo.
A Criação da mulher para o homem não foi por meio de rebeldia, pois Deus fez o jardim para Adão e o deu para administrar, mas percebeu o Senhor que ele estava incompleto, pois não tinha outra- pois todos os animais que Adão nomeou tinham suas fêmeas-e ele estava só.
Quebro aqui a questão do homossexualismo, pois Deus criou a mulher para o homem com a finalidade de um completar o outro; ou seja, Deus criou Adão (ish) e da costela dele criou Eva (ishah).Não existe outra mulher antes de Eva, e nem relação varão com varão, pois Deus reprova tal ato. Eva tornou-se a mãe de todos os seres viventes. Esse papo de Lilith, é teologia gnóstica e pura heresia de sacerdotes envelhecidos.  
 No próximo artigo, rebaterei por meio da Palavra e revelarei o que está por trás do mito da criação de Lilith.

Que Deus abençoe a todos!
Pr. Weliton Santos

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